Imagina só poderes ver os meus sonhos no meu reflexo. "Jornal de Parede" de José Pedro Cadima e de José Cadima
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domingo, agosto 17, 2014
"Bambi"
Um nome que, entre outras coisas, invoca um espaço comercial onde, em tempo de férias escolares, passei alguns dias da minha adolescência a trabalhar na montagem da cúpula de uma pista de dança.
José Cadima
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Confissões 2014,
Saudade
sábado, julho 26, 2014
Joana
Joana Catarina:
um nome, uma memória,
uma ferida que não sara;
uma vida esgotada em sete anos;
uma dor imensa que persiste, abafada,
latente, nunca superada;
um luto de 10 anos, mal conseguido;
uma tragédia que arrastou outras.
Caminhar, apesar de tudo.
Caminhar...
Filhos? Sim, tenho!
Antes destes tive uma filha que perdi cedo
e me deixou por aqui, agonizante,
percorrendo um caminho que me é penoso, tantas vezes.
José Cadima
um nome, uma memória,
uma ferida que não sara;
uma vida esgotada em sete anos;
uma dor imensa que persiste, abafada,
latente, nunca superada;
um luto de 10 anos, mal conseguido;
uma tragédia que arrastou outras.
Caminhar, apesar de tudo.
Caminhar...
Filhos? Sim, tenho!
Antes destes tive uma filha que perdi cedo
e me deixou por aqui, agonizante,
percorrendo um caminho que me é penoso, tantas vezes.
José Cadima
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Confissões 2014,
Sentidos
quarta-feira, julho 16, 2014
Papoilas
"Mais
contente estaria se, ao invés, andássemos
por aí mirando o deslumbrante das papoilas que a brisa vai agitando."
K
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Confissões 2014,
Exercício de escrita
sábado, maio 24, 2014
Estar em paz com a consciência
Estou
na Universidade do Minho (EEG) há 31 anos e alguns meses. Neste tempo,
desempenhei quase todos os cargos e missões que podem caber a um professor e
investigador, que nunca deixei de ser. Nesse trajeto, nunca vivi encostado a
qualquer poder, na Escola de Economia e Gestão ou na Universidade do Minho, ou
refém do exercício do poder.
Hei-de terminar do mesmo modo! Tal nunca me
impediu de debater os temas da Escola/Universidade ou de manter a minha própria
abordagem à estratégia e à gestão da Instituição, mesmo que essas visões não
agradassem a muitos, mesmo que isso me tivesse causado e continue a provocar
desconfortos. Importou-me sempre, sobretudo, estar em paz com a minha
consciência!
J. Cadima Ribeiro
segunda-feira, maio 19, 2014
Hibernação
Estou a tentar regressar à vida depois da hibernação a que estive sujeito esta manhã!
K
K
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Questionamentos 2014
quarta-feira, abril 30, 2014
Girassol
Serás sempre o meu Sol!
Espero que seja também a tua flor!...
Katty
Espero que seja também a tua flor!...
Katty
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Confissões 2014
terça-feira, abril 15, 2014
Flutuando (2)
Não longe de mim, há os que nadam,
os que saltitam, os que brincam com a água.
Eu flutuo.
Liberto do corpo,
vagueio pelos lugares mais desencontrados,
em busca de lugar algum.
Soa-me estranha esta ausência de materialidade.
Resta-me o pensamento,
que, liberto, tão depressa te procura quanto
parte,
ao encontro do dia que passou
ou em busca do dia de contornos incertos que virá.
Soa-me estranho este espaço para deixar vaguear
o espírito,
esta ausência de uma materialidade asfixiante
que nos enche o dia-a-dia de nada.
Flutuo, levito.
Sou só espírito, sou só vontade de ausência.
Trazendo-me à relação com a água, com a Terra,
chegas-me tu, de quando em quando.
Chegas-me da ponta mais afastada do arco-íris
e, por isso, a tua presença interrompe
mas não questiona a minha ausência de
substância,
que se reconstitui logo que te afastas em
braçadas largas.
Liberto do corpo que me pesa,
sou liberdade,
sou pássaro que plana empurrado pelo vento.
Hoje, fica-me longe o mundo que vivi ontem,
anteontem e em tantos outros dias precedentes.
José Cadima
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Poesia 2014
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