sexta-feira, maio 10, 2013

A arte do silêncio

"Os desgostos da vida ensinam a arte do silêncio".

Séneca

[citação constante de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira]

quinta-feira, maio 09, 2013

A natureza sou eu!














(reprodução de imagem, de autor não identificado, que entretanto nos caiu na caixa de correio electrónico)

quarta-feira, maio 08, 2013

Mensagem de alento

De longe,
envias-me uma mensagem de alento.
De longe,
os nossos desencontros.
ficam também mais distantes.
Que bom que era percebê-los epifenómenos
de um dia-a-dia desgastante.
Tento reconduzi-los a essa dimensão.
Tento sublinhar a empatia
que nos torna tão próximos
quando não se nos entrepõem
expressões de percursos passados,
manifestações de trajectórias fracassadas.
Que bom é sentir-te próxima
mesmo quando o reencontro possível
está a algumas horas de distância.

José Cadima

terça-feira, maio 07, 2013

Amor verdadeiro (2)

O Amor verdadeiro
Sempre alcança
Ainda que com sofrimento.
Que melhor solução
do que um Tojo 
Amar uma Urze?!

De qual gosto mais?
Não sei.
Mas sei que um sem o outro
não alcançam o 
Amor Verdadeiro.

C.P.

domingo, maio 05, 2013

Amor verdadeiro

Amar de forma verdadeira
É a mais difícil tarefa
Eu amo-te de forma verdadeira
Mas não quero que seja uma árdua tarefa.

Pensar em ti 
É pensar na vida
Na nossa vida
Onde a urze e o tojo se cruzam
Onde o violeta e o amarelo se mesclam
Na paisagem imbuída de prazer
Onde se consegue buscar 
O amor verdadeiro.

C.P.

terça-feira, abril 30, 2013

Lamento ter que te dizer que...

"Lamento ter que te dizer que... Um abraço muito, muito apertado para um amor que receio estar próximo de perder."

K

sexta-feira, abril 26, 2013

Sofrimento

"Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim". 

M. Proust

[citação constante de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira]

sábado, abril 20, 2013

Sofrer intensamente

"Quem é capaz de sofrer intensamente, também pode ser capaz de intensa alegria". 

Clarice Inspector

[citação constante de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira]

quinta-feira, abril 18, 2013

quarta-feira, abril 17, 2013

Happiness

"Happiness is not something ready made. It comes from your own actions."

Dalai Lama

(citação extraída de SBANC Newsletter, April 16, Issue 763 - 2013, http://www.sbaer.uca.edu)

segunda-feira, abril 15, 2013

quarta-feira, abril 10, 2013

In the end…

"In the end, it's not the years in your life that count. It's the life in your years."

Abraham Lincoln

(citação extraída de SBANC Newsletter, April 9, Issue 762 - 2013, http://www.sbaer.uca.edu)

segunda-feira, abril 08, 2013

Controlar o sofrimento

"Todos podemos controlar o sofrimento excepto aquele que o sente". 

Shakespeare

[citação constante de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira]

domingo, abril 07, 2013

"O amor não é razoável"

"O amor não é razoável
É como uma segunda vida
Cresce na alma
Aquece todas as veias."

Adaptado de Joseph Addison (1672-1719) 

quinta-feira, abril 04, 2013

Mensagens curtas, endereçadas

"És um amor, embora haja momentos em que me fazes perder a paciência e a disponibilidade para consentir coisas que vão para além daquilo que acho que devo consentir."

K

quarta-feira, abril 03, 2013

quinta-feira, março 28, 2013

O medo do desespero (2)

Aproxima-se a meia-noite
e com ela afasta-se a sobriedade
de pensamentos.

O desespero
possui uma certa magia,
mas é como a água:
dela ninguém respira.
O que me mete medo
é vir a sonhar com ele.
Quando me vir no sonho,
o desespero fugirá?
Sentirá também o medo
que eu sinto dele?
A passo largo, a meia noite aproxima-se...

José Pedro Cadima

segunda-feira, março 25, 2013

domingo, março 24, 2013

Leiria antiga (e verde)


[reprodução de mensagem que nos caiu há dias na página do Facebook; foto de autor desconhecido]

quarta-feira, março 20, 2013

Sofrimento

"Nunca pertenci a maiorias, e sou especialista em sofrimento: a única maneira de aprender com ele é não o negar."

CCO

domingo, março 17, 2013

Linda, linda

Linda, linda é a vida
que eu gostava de dar-te,
não esta que te dou.
Linda, linda é a vida
que eu gostava de partilhar contigo,
diferente desta que vamos tendo,
nestes dias de ocaso,
nestes dias de amargura.
Lindo, desafiante, cheio de armadilhas
é o caminho que vamos tentando percorrer, juntos.
Hoje, que aqui não estás,
sinto-o mais,
sinto mais a falta que me fazes,
é-me mais presente o sentido de ausência.
Quis que partisses
para que também para ti
fossem mais vivas as armadilhas
que nos tolhem,
que nos deixam a perder,
que nos atiram para o fio da navalha
quando tudo devia convergir para a beleza
de uma vida partilhada em pleno,
linda, linda como é este amor tardio.

José Cadima

sábado, março 16, 2013

Mensagens curtas, endereçadas

"Tem sido um privilégio acompanhar-te no trabalho científico e agora na ´tentativa de mudar o mundo`."

K

quinta-feira, março 14, 2013

domingo, março 10, 2013

Quem sou (hoje aqui)?

Em busca de reconhecimento,
sem nada ter feito.
Em busca de futuro,
tendo-te dado tão pouco.
Hoje aqui,
amanhã num qualquer lugar remoto.

Quero ser tanto na vida
que me esqueço de quem sou.

José Pedro Cadima

quarta-feira, março 06, 2013

segunda-feira, março 04, 2013

Esperando...

"As pessoas vão passando.
Carregam na expressão a determinação
do que as terá trazido a este templo,
em tempo de crise.
Assisto a este movimento, a este frenesim.
Espero por ti."

José Cadima

terça-feira, fevereiro 26, 2013

Das coisas mais e menos prosaicas

[José Pedro Cadima] "Estando habituado a ler livros em que médicos, historiadores e profissionais de diversas profissões se aventuraram na escrita de ficção, nem mesmo a circunstância de ter decidido dedicar-se ao estudo da Economia, porventura uma ciência mais enfeudada ao tratamento de questões mais prosaicas da vida em sociedade, o levou a desistir da escrita de textos poéticos e ficcionais."

(excerto de nota biográfica produzida há uns quantos anos)

domingo, fevereiro 24, 2013

Quem não quiser...

"Quem não quiser sofrer que se isole. Feche as portas da sua alma quanto possível à luz do convívio."

Álvaro de Campos/Fernando Pessoa

(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Roupagem e forma do corpo

"A linguagem disfarça o pensamento. E principalmente de tal forma que, segundo a forma exterior da roupagem, não é possível concluir sobre a forma do pensamento disfarçado; porque a forma exterior da roupagem visa algo bem diferente do que permite reconhecer a forma do corpo." 

Wittgenstein

(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

terça-feira, fevereiro 19, 2013

domingo, fevereiro 17, 2013

Mensagens curtas, endereçadas

"Identifico-me com as preocupações que exprimes e entendo a tua angústia. Entretanto, isso são mais razões para não desistir e lutar. É o que eu faço desde há muito.
Obrigado por me acompanhares nesta luta, que tem momentos muito duros, para os quais poucos estão preparados."


K

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

Reescrevendo ´Amor que me prende`

O teu olhar, os caracóis do teu cabelo,
a sedução dos teus gestos prenderam-me,
tal como a esperança do teu amor.

Só tu me fazes feliz.
Só o teu amor, só o teu carinho
me fazem sorrir.

José Pedro Cadima
(reescrito por José Cadima)

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

"Tertúlias reConhecer Leiria"


(reprodução de mensagem que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

De regresso

Estou de regresso a casa. Até agora, a viagem foi tranquila, como deviam ser todas as viagens.
Encontrei caras conhecidas. Jantei com o meu filho mais velho. Conversámos sobre as suas frustrações e anseios profissionais. Tem emprego, o que é cada vez menos comum nos tempos que correm em Portugal. Encontrei-me com desconhecidos, a realizar viagem de estudo no país.
É curioso como um relatório feito no âmbito do Campeonato Europeu que decorreu em Portugal em 2004 (Euro 2004) já me levou a Gdansk, Polónia, em duas ocasiões, e a Lisboa, para, neste último caso, sobre ele trocar informações com jovens estudantes suíços (de Lugano). Outros estudos levaram-me a outros lugares, mais longe ou mais perto, mas nenhum se revelou de efeitos aparentes tão duradouros quanto este, pese a respectiva natureza claramente exploratória (exploração que foi de um novo campo de trabalho e de um tipo menos comum de dados empíricos, incluindo alguns sobre a vertente turística do evento).
Depois de dois em Lisboa, estou de regresso a Braga e à minha rotina profissional e pessoal. Alegra-me o retorno. Alegrou-me a ausência. Estarei de partida algures no futuro próximo. Estarei de volta, com vontade de regresso, alguns dias depois.

José Cadima

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Ontem

Ontem sonhámos
com os indianos de fundo
Deslizei a minha mão pela tua
Fechámos os olhos 
e viajámos milhares de quilómetros
...telepaticamente
O tocador de sons e melodias
Sentou-se no chão
Espiritualidade e sentidos
Nos enviou
Num momento pouco comum
Hoje estás a centenas de quilómetros
Tento deslizar a minha mão
Procurando a tua
Telepaticamente te encontro
O amor tudo alcança
O amor tudo ultrapassa

C.P.

domingo, fevereiro 03, 2013

Amar-te

“Não tens dito que me amas!”,
Não? Não to digo todos os dias, em gestos, em atenção, em compreensão, através dos meus silêncios?
“Não! Preciso que me digas que me amas. Preciso que fales comigo.”
É verdade: temos formas de comunicar distintas. Abraçar-te, em silêncio, é a melhor forma que encontro de reconhecer-me em comunhão íntima contigo, de exprimir-te carinho intenso. Adormeço nos teus braços porque eles me confortam, são sinal de que é hora de repousar.
Amar-te? Porque duvidas? Não são os meus abraços suficientemente fortes e envolventes?
Abraçar-te-ei com mais força amanhã!

K

A têmpera da nossa alma

"Não é a nossa condição, mas a têmpera da nossa alma que nos torna felizes". 

Voltaire


(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Festa é festa!

Foi dia de festa: foi dia de última reunião do atual mandato do Conselho Geral da Universidade do Minho. Houve espaço para discursos, para despedidas várias e, até, para bolo. Faltaram os foguetes. Viva o Conselho Geral! Paz para a sua alma! 
“Em muitos aspetos, este Conselho Geral foi modelo de funcionamento” (JP). “Defendo que não haja repetição de mandato dos membros externos do Conselho Geral” (ALL). ”Esta matéria mereceria uma reflexão com muito mais tempo do que foi tido hoje, aqui” (APM). “Esta experiência de 4 anos diz-me que este modelo é bom, embora esteja na sua infância” (ACO). 
Somos nós que somos muito bons - que fomos até capazes de ultrapassar as inconsistências do modelo e a respectiva imaturidade - ou são/eram os outros que são/eram muito maus? As coisas funcionaram assim, assim? Nunca! Na UMinho, nunca! Aí está o processo de acreditação do “sistema de qualidade” da UMinho por parte das A3ES para o reafirmar. 
Viva o Conselho Geral! Faltaram os foguetes. Pum!

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Sociedades contemporâneas

"Criar agendas impossíveis e roubar tempo às pessoas é uma realidade das sociedades contemporâneas"

João Fernandes

(afirmação produzida em Braga, a 28 de Janeiro de 2013)

sábado, janeiro 26, 2013

Revisitando "Estou por aqui, ainda"

"Faz-me falta sentir os teus dedos
entrelaçados nos meus.
Faltam-me os teus lábios húmidos.
Falta-me o abraço capaz de transportar-me
para junto do arco-íris,
por instantes, que valem uma vida."

K

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Olhá Maya!

Olhá Maya! Olha a Maya, e não sou capaz de deixar de me interrogar sobre:
i)  onde foi buscar o nome (porventura, à simpática abelha Maya da nossa infância);
ii)  que idade terá aquela abelha, agora loura, de cabelo bem composto e discurso fluente e ininterrupto;
iii) que procurarão nela os telespectadores a quem se dirige com conselhos múltiplos.
Olho a Maya e interrogo-me sobre o que me trouxe a este lugar, onde sempre me sinto desconfortável, aonde me desloco arrastado pela pressão de palavras bem intencionadas mas que não me convencem. O que me trouxe, mesmo, foi a vontade de retribuir a atenção (a preocupação) com um gesto que não desmerecesse essa atenção.
Olhá Maya. Lá está ela de novo, falando ininterruptamente, dirigindo-se a não se sabe bem quem (felizmente, as suas palavras não me chegam inteligíveis). É toda expressão. É toda gestos e atenção dirigidos a interlocutores abstractos (ou concretos?) a partir de uma sala preenchida com uma cadeira, uma mesa, cartas, muita cor e, presume-se, câmaras de filmar, com gente atrás.
Olha a Maya, baralhando cartas, procurando, supostamente, ajudar alguém a desembaralhar a respectiva vida.

José Cadima 

terça-feira, janeiro 15, 2013

Máquina do tempo

As luzes dos candeeiros, lá fora,
misturam-se com as das estrelas.
É noite sem luar
e há gente que se movimenta,
impelida pelas razões de cada um,
porventura, mantendo por menor múltiplo comum
a  luta pela sobrevivência.
Regredimos séculos, num instante.
Esta máquina do tempo
mostra desempenhos surpreendentes, implacáveis.
O tempo do Homem,
o tempo para sermos homens, mulheres
deixou de ser reconhecido.
Válidos são a correria, a esquizofrenia,
o salve-se quem puder.
O horizonte oferece-se de um negro intenso.
As luzes são crescentemente escassas.
Pressente-se o dia
mas não a sua materialidade.
Será esta máquina do tempo capaz
de devolver-nos o presente
ou resta-nos sonhar com o futuro?

José Cadima

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Desesperadamente, procurando…

Queria dormir,
queria mergulhar na abstracção
trazida pelo sono
mas o vazio de um dia sem termo
não mo permite.
De diferente, este dia,
trouxe a recusa de esgotar-se.
Esgoto-me eu em pensamentos.
Esgoto-me num cansaço
que não se resolve em sono.
Queria tanto evadir-me desta desgraça
em que se resolveu o meu dia
que saí refém
de um dia que recusa dar-se por esgotado.
Esgoto-me eu…
Esgoto-me eu olhando as luzes da rua
nesta noite sem lugar para estrelas.

José Cadima

domingo, janeiro 06, 2013

Doces e belas (as tuas mãos)

Quando me acariciam,
as tuas mãos são doces e belas.
As tuas mãos
são tão doce e belas
quanto o teu carinho.
Tocar-me,
acariciar-me,
é o que faz delas doces e belas.
Sem isso, podiam até ser belas
mas não seriam doces.
Podiam até parecer doces
mas jamais seriam doces e belas.

José Pedro Cadima

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Manifestações de arte pós-moderna (urbana)

(Lisboa, Dezembro de 2012)
[Fotos da autoria de C.P.]

Mensagens curtas, endereçadas

"Obrigado pelas tuas mais recentes mensagens e pela tua atenção. Lamento o final de ano e o início de ano novo desastrosos que tivemos  que, infelizmente, não fugiu muito às minhas expectativas, dado o contexto que estava criado. Peço-te desculpa pelo contributo que dei para esse desastre.
Vou acreditar que o novo ano pode ser bem melhor. Nesse sentido, podes contar com o meu empenho e muito amor."

K