Imagina só poderes ver os meus sonhos no meu reflexo. "Jornal de Parede" de José Pedro Cadima e de José Cadima
sábado, abril 06, 2013
quinta-feira, abril 04, 2013
Mensagens curtas, endereçadas
"És um amor, embora haja momentos em que me fazes perder a paciência e a disponibilidade para consentir coisas que vão para além daquilo que acho que devo consentir."
K
K
quarta-feira, abril 03, 2013
"Circundando-te de amor"
"Toda a minha alma te segue, circundando-te de amor - E, por ser tua, vivo..."
Robert Browing (1812-1889)
segunda-feira, abril 01, 2013
quinta-feira, março 28, 2013
O medo do desespero (2)
Aproxima-se a meia-noite
e com ela afasta-se a sobriedade
de pensamentos.
O desespero
possui uma certa magia,
mas é como a água:
dela ninguém respira.
de pensamentos.
O desespero
possui uma certa magia,
mas é como a água:
dela ninguém respira.
O que me mete medo
é vir a sonhar com ele.
Quando me vir no sonho,
o desespero fugirá?
Sentirá também o medo
que eu sinto dele?
é vir a sonhar com ele.
Quando me vir no sonho,
o desespero fugirá?
Sentirá também o medo
que eu sinto dele?
A passo largo, a meia noite aproxima-se...
José Pedro Cadima
terça-feira, março 26, 2013
segunda-feira, março 25, 2013
domingo, março 24, 2013
sexta-feira, março 22, 2013
quarta-feira, março 20, 2013
Sofrimento
"Nunca pertenci a maiorias, e sou especialista em sofrimento: a única maneira de aprender com ele é não o negar."
CCO
CCO
domingo, março 17, 2013
Linda, linda
Linda, linda é a vida
que eu gostava de dar-te,
não esta que te dou.
Linda, linda é a vida
que eu gostava de partilhar contigo,
diferente desta que vamos tendo,
nestes dias de ocaso,
nestes dias de amargura.
Lindo, desafiante, cheio de armadilhas
é o caminho que vamos tentando percorrer, juntos.
Hoje, que aqui não estás,
sinto-o mais,
sinto mais a falta que me fazes,
é-me mais presente o sentido de ausência.
Quis que partisses
para que também para ti
fossem mais vivas as armadilhas
que nos tolhem,
que nos deixam a perder,
que nos atiram para o fio da navalha
quando tudo devia convergir para a beleza
de uma vida partilhada em pleno,
linda, linda como é este amor tardio.
José Cadima
sábado, março 16, 2013
Mensagens curtas, endereçadas
"Tem sido um privilégio acompanhar-te no trabalho científico e agora na ´tentativa de mudar o mundo`."
K
K
quinta-feira, março 14, 2013
domingo, março 10, 2013
Quem sou (hoje aqui)?
Em busca de reconhecimento,
sem nada ter feito.
Em busca de futuro,
tendo-te dado tão pouco.
Hoje aqui,
amanhã num qualquer lugar remoto.
Quero ser tanto na vida
que me esqueço de quem sou.
José Pedro Cadima
sem nada ter feito.
Em busca de futuro,
tendo-te dado tão pouco.
Hoje aqui,
amanhã num qualquer lugar remoto.
Quero ser tanto na vida
que me esqueço de quem sou.
José Pedro Cadima
sábado, março 09, 2013
quarta-feira, março 06, 2013
segunda-feira, março 04, 2013
Esperando...
"As pessoas vão passando.
Carregam na expressão a determinação
do que as terá trazido a este templo,
em tempo de crise.
Assisto a este movimento, a este frenesim.
Espero por ti."
José Cadima
domingo, março 03, 2013
quinta-feira, fevereiro 28, 2013
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
terça-feira, fevereiro 26, 2013
Das coisas mais e menos prosaicas
[José Pedro Cadima] "Estando habituado a ler livros em que médicos, historiadores
e profissionais de diversas profissões se aventuraram na escrita de ficção, nem
mesmo a circunstância de ter decidido dedicar-se ao estudo da Economia, porventura
uma ciência mais enfeudada ao tratamento de questões mais prosaicas da vida em
sociedade, o levou a desistir da escrita de textos poéticos e ficcionais."
(excerto de nota biográfica produzida há uns quantos anos)
domingo, fevereiro 24, 2013
Quem não quiser...
"Quem não quiser sofrer que se isole. Feche as portas da sua alma quanto possível à luz do convívio."
Álvaro de Campos/Fernando Pessoa
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
Álvaro de Campos/Fernando Pessoa
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
sábado, fevereiro 23, 2013
quinta-feira, fevereiro 21, 2013
Roupagem e forma do corpo
"A linguagem disfarça o pensamento. E principalmente de tal forma que, segundo a forma exterior
da roupagem, não é possível concluir sobre a forma do pensamento disfarçado;
porque a forma exterior da roupagem visa algo bem diferente
do que permite reconhecer a forma do corpo."
Wittgenstein
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
Wittgenstein
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
quarta-feira, fevereiro 20, 2013
terça-feira, fevereiro 19, 2013
Mensagens curtas, endereçadas
"Reencontrar-te foi uma oportunidade que não deixei fugir.
Poderás sempre contar comigo para mudar o mundo."
K
domingo, fevereiro 17, 2013
Mensagens curtas, endereçadas
"Identifico-me com as preocupações que exprimes e entendo a tua angústia. Entretanto, isso são mais razões para não desistir e lutar. É o que eu faço desde há muito.
Obrigado por me acompanhares nesta luta, que tem momentos muito duros, para os quais poucos estão preparados."
K
Obrigado por me acompanhares nesta luta, que tem momentos muito duros, para os quais poucos estão preparados."
K
sábado, fevereiro 16, 2013
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Reescrevendo ´Amor que me prende`
O teu olhar, os caracóis
do teu cabelo,
a sedução dos teus
gestos prenderam-me,
tal como a esperança do teu amor.
tal como a esperança do teu amor.
Só tu me fazes feliz.
Só o teu amor, só o teu carinho
me fazem sorrir.
Só o teu amor, só o teu carinho
me fazem sorrir.
José
Pedro Cadima
(reescrito por José Cadima)
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
"Tertúlias reConhecer Leiria"
(reprodução de mensagem que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
terça-feira, fevereiro 12, 2013
sábado, fevereiro 09, 2013
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
De regresso
Estou
de regresso a casa. Até agora, a viagem foi tranquila, como deviam ser todas as
viagens.
Encontrei
caras conhecidas. Jantei com o meu filho mais velho. Conversámos sobre as suas
frustrações e anseios profissionais. Tem emprego, o que é cada vez menos comum
nos tempos que correm em Portugal. Encontrei-me com desconhecidos, a
realizar viagem de estudo no país.
É
curioso como um relatório feito no âmbito do Campeonato Europeu que decorreu em
Portugal em 2004 (Euro 2004) já me levou a Gdansk, Polónia, em duas ocasiões, e
a Lisboa, para, neste último caso, sobre ele trocar informações com jovens
estudantes suíços (de Lugano). Outros estudos levaram-me a outros lugares, mais
longe ou mais perto, mas nenhum se revelou de efeitos aparentes tão duradouros
quanto este, pese a respectiva natureza claramente exploratória (exploração que
foi de um novo campo de trabalho e de um tipo menos comum de dados empíricos, incluindo
alguns sobre a vertente turística do evento).
Depois
de dois em Lisboa, estou de regresso a Braga e à minha rotina profissional e
pessoal. Alegra-me o retorno. Alegrou-me a ausência. Estarei de partida algures
no futuro próximo. Estarei de volta, com vontade de regresso, alguns dias
depois.
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Ontem
Ontem sonhámos
com os indianos de fundo
Deslizei a minha mão pela tua
Fechámos os olhos
e viajámos milhares de quilómetros
...telepaticamente
O tocador de sons e melodias
Sentou-se no chão
Espiritualidade e sentidos
Nos enviou
Num momento pouco comum
Hoje estás a centenas de quilómetros
Tento deslizar a minha mão
Procurando a tua
Telepaticamente te encontro
O amor tudo alcança
O amor tudo ultrapassa
C.P.
domingo, fevereiro 03, 2013
Amar-te
“Não tens dito que me amas!”,
Não? Não to digo todos os dias, em gestos, em
atenção, em compreensão, através dos meus silêncios?
“Não! Preciso
que me digas que me amas. Preciso que fales comigo.”
É verdade: temos formas de comunicar distintas.
Abraçar-te, em silêncio, é a melhor forma que encontro de reconhecer-me em comunhão
íntima contigo, de exprimir-te carinho intenso. Adormeço nos teus braços porque
eles me confortam, são sinal de que é hora de repousar.
Amar-te?
Porque duvidas? Não são os meus abraços suficientemente fortes
e envolventes?
Abraçar-te-ei com mais força amanhã!
K
A têmpera da nossa alma
"Não é a nossa condição, mas a têmpera da nossa alma que nos torna felizes".
Voltaire
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
Voltaire
(citação retirada de mensagem recebida de Clara Costa Oliveira)
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Festa é festa!
Foi dia de festa: foi dia de última reunião do atual mandato do Conselho Geral da Universidade do Minho. Houve espaço para discursos, para despedidas várias e, até, para bolo. Faltaram os foguetes. Viva o Conselho Geral! Paz para a sua alma!
“Em muitos aspetos, este Conselho Geral foi modelo de funcionamento” (JP). “Defendo que não haja repetição de mandato dos membros externos do Conselho Geral” (ALL). ”Esta matéria mereceria uma reflexão com muito mais tempo do que foi tido hoje, aqui” (APM). “Esta experiência de 4 anos diz-me que este modelo é bom, embora esteja na sua infância” (ACO).
Somos nós que somos muito bons - que fomos até capazes de ultrapassar as inconsistências do modelo e a respectiva imaturidade - ou são/eram os outros que são/eram muito maus? As coisas funcionaram assim, assim? Nunca! Na UMinho, nunca! Aí está o processo de acreditação do “sistema de qualidade” da UMinho por parte das A3ES para o reafirmar.
Viva o Conselho Geral! Faltaram os foguetes. Pum!
J. Cadima Ribeiro
quarta-feira, janeiro 30, 2013
Sociedades contemporâneas
"Criar agendas impossíveis e roubar tempo às pessoas é uma realidade das sociedades contemporâneas"
João Fernandes
(afirmação produzida em Braga, a 28 de Janeiro de 2013)
terça-feira, janeiro 29, 2013
sábado, janeiro 26, 2013
Revisitando "Estou por aqui, ainda"
"Faz-me falta sentir os teus dedos
entrelaçados nos meus.
Faltam-me os teus lábios húmidos.
Falta-me o abraço capaz de transportar-me
para junto do arco-íris,
por instantes, que valem uma vida."
K
quarta-feira, janeiro 23, 2013
sábado, janeiro 19, 2013
quinta-feira, janeiro 17, 2013
Olhá Maya!
Olhá
Maya! Olha a Maya, e não sou capaz de deixar de me interrogar sobre:
i) onde foi buscar o
nome (porventura, à simpática abelha Maya da nossa infância);
ii) que idade terá
aquela abelha, agora loura, de cabelo bem composto e discurso fluente e
ininterrupto;
iii) que procurarão
nela os telespectadores a quem se dirige com conselhos múltiplos.
Olho
a Maya e interrogo-me sobre o que me trouxe a este lugar, onde sempre me sinto
desconfortável, aonde me desloco arrastado pela pressão de palavras bem
intencionadas mas que não me convencem. O que me trouxe, mesmo, foi a vontade
de retribuir a atenção (a preocupação) com um gesto que não desmerecesse essa
atenção.
Olhá
Maya. Lá está ela de novo, falando ininterruptamente, dirigindo-se a não se sabe
bem quem (felizmente, as suas palavras não me chegam inteligíveis). É toda
expressão. É toda gestos e atenção dirigidos a interlocutores abstractos (ou
concretos?) a partir de uma sala preenchida com uma cadeira, uma mesa, cartas,
muita cor e, presume-se, câmaras de filmar, com gente atrás.
Olha
a Maya, baralhando cartas, procurando, supostamente, ajudar alguém a
desembaralhar a respectiva vida.
José
Cadima
terça-feira, janeiro 15, 2013
Máquina do tempo
As luzes dos candeeiros, lá fora,
misturam-se com as das estrelas.
É noite sem luar
e há gente que se movimenta,
impelida pelas razões de cada um,
porventura, mantendo por menor múltiplo comum
a luta pela
sobrevivência.
Regredimos séculos, num instante.
Esta máquina do tempo
mostra desempenhos surpreendentes, implacáveis.
O tempo do Homem,
o tempo para sermos homens, mulheres
deixou de ser reconhecido.
Válidos são a correria, a esquizofrenia,
o salve-se quem puder.
O horizonte oferece-se de um negro intenso.
As luzes são crescentemente escassas.
Pressente-se o dia
mas não a sua materialidade.
Será esta máquina do tempo capaz
de devolver-nos o presente
ou resta-nos sonhar com o futuro?
José Cadima
domingo, janeiro 13, 2013
sexta-feira, janeiro 11, 2013
Desesperadamente, procurando…
Queria dormir,
queria mergulhar na abstracção
trazida pelo sono
mas o vazio de um dia sem termo
não mo permite.
De diferente, este dia,
trouxe a recusa de esgotar-se.
Esgoto-me eu em pensamentos.
Esgoto-me num cansaço
que não se resolve em sono.
Queria tanto evadir-me desta desgraça
em que se resolveu o meu dia
que saí refém
de um dia que recusa dar-se por esgotado.
Esgoto-me eu…
Esgoto-me eu olhando as luzes da rua
nesta noite sem lugar para estrelas.
José Cadima
quarta-feira, janeiro 09, 2013
domingo, janeiro 06, 2013
Doces e belas (as tuas mãos)
Quando me acariciam,
as tuas mãos são doces e
belas.
As tuas mãos
são tão doce e belas
quanto o teu carinho.
Tocar-me,
acariciar-me,
é o que faz delas doces e belas.
acariciar-me,
é o que faz delas doces e belas.
Sem isso, podiam até ser
belas
mas não seriam doces.
Podiam até parecer doces
mas jamais seriam doces e
belas.
sábado, janeiro 05, 2013
quarta-feira, janeiro 02, 2013
Mensagens curtas, endereçadas
"Obrigado pelas tuas mais recentes mensagens e pela tua atenção. Lamento o final de ano e o início de ano novo desastrosos que tivemos que, infelizmente, não fugiu muito às minhas expectativas, dado o contexto que estava criado. Peço-te desculpa pelo contributo que dei para esse desastre.
Vou acreditar que o novo ano pode ser bem melhor. Nesse sentido, podes contar com o meu empenho e muito amor."
Vou acreditar que o novo ano pode ser bem melhor. Nesse sentido, podes contar com o meu empenho e muito amor."
K
segunda-feira, dezembro 31, 2012
sexta-feira, dezembro 28, 2012
Carta com destinatário certo e leitura incerta
"Tive pena de não ter
estado contigo pelo Natal e nem sequer ter tido oportunidade de te oferecer uma
prenda. Gostaria de ter-te contactado a esse propósito mas entendi ser melhor não o fazer."
José Cadima
José Cadima
quinta-feira, dezembro 27, 2012
domingo, dezembro 23, 2012
sexta-feira, dezembro 21, 2012
quarta-feira, dezembro 19, 2012
Esperando por ti
As pessoas vão passando,
num movimento contínuo.
Carregam na expressão a determinação
do que as terá trazido a este templo,
em tempo de crise, em época de compras.
Imagino-as em busca de coisas utilitárias,
de prendas, de “souvenirs”, de “recuerdos”,
de redenção, e de muitas coisas mais.
Assisto a este movimento, a este frenesim
enquanto espero por ti.
Movida pela curiosidade,
refém de idêntico frenesim,
vi-te seguir o mesmo trilho, há instantes.
Olho quem passa.
Interrogo-me sobre as lógicas
que trazem mulheres, homens e outras gentes,
nesta hora matinal, nestes tempos incertos,
a este lugar de perdição e/ou de encontro.
Do movimento das pessoas,
a minha atenção vai rodando, ciclicamente, para ti.
Questiono-me sobre quando verei emergir o teu vulto
no imenso espelho de luz
que se configura na minha frente.
Aparecerás rodeada de auréola dourada?
Requisitar-te-á este deus para sua sacerdotisa?
Espero por ti
submergido num mar de questões
para as quais me escapa resposta.
Ainda assim ou por isso mesmo,
espero por ti.
José Cadima
terça-feira, dezembro 18, 2012
sábado, dezembro 15, 2012
Mensagens curtas, endereçadas
"Não sei como isto funciona mas, a verdade, é que também não me importa muito".
José Cadima
quinta-feira, dezembro 13, 2012
(Retorno aos) Arquivos do passado
Vasculhando em arquivos,
encontrei algo de muito precioso,
que me fez sentir saudades não de ti
mas do que tu eras.
que me fez sentir saudades não de ti
mas do que tu eras.
Vasculhando os meus arquivos,
deparei-me com algo de muito querido,
que me fez sentir saudades não de ti
deparei-me com algo de muito querido,
que me fez sentir saudades não de ti
mas do que sonhei que tu fosses.
José Pedro Cadima
quarta-feira, dezembro 12, 2012
Mensagens curtas, endereçadas
"És perfeito! Lembras-te do meu aniversário e esqueces completamente a minha idade."
terça-feira, dezembro 11, 2012
domingo, dezembro 09, 2012
sábado, dezembro 08, 2012
Mensagens curtas, endereçadas
"Não eram para mim, seguramente, as mensagens que, produzidas por ti, entretanto me caíram na caixa de correio electrónico. Deves ter-te enganado no endereço. Eu não tenho imperfeições e o meu ´charme` não tem limites, como tu facilmente reconhecerás."
José Cadima
José Cadima
quinta-feira, dezembro 06, 2012
quarta-feira, dezembro 05, 2012
“Vozes Confluentes: Poesia, ficção e evocação de Autores de Braga”
«A Biblioteca Pública de
Braga/Universidade do Minho, a comissão liquidatária da Associação
Autores de Braga e a Editora Opera Omnia têm o prazer de convidar V.
Exa. Para a apresentação do livro “Vozes Confluentes: Poesia, ficção e evocação de Autores de Braga”.
A apresentação, a decorrer no Salão Nobre da Universidade do Minho, no Largo do Paço, tem lugar às 21,30h, do dia 10 de Dezembro (segunda-feira), estando a cargo do Exmo. Sr. Prof. Doutor Vítor Manuel Aguiar e Silva.»
A apresentação, a decorrer no Salão Nobre da Universidade do Minho, no Largo do Paço, tem lugar às 21,30h, do dia 10 de Dezembro (segunda-feira), estando a cargo do Exmo. Sr. Prof. Doutor Vítor Manuel Aguiar e Silva.»
(reprodução de mensagem que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico)
terça-feira, dezembro 04, 2012
Mensagens curtas, endereçadas
"Fico de consciência tranquila, que a mim é o que mais me importa."
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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