Imagina só poderes ver os meus sonhos no meu reflexo. "Jornal de Parede" de José Pedro Cadima e de José Cadima
quinta-feira, setembro 15, 2011
quarta-feira, setembro 14, 2011
Ser muito ingénuo ou um grande irresponsável
segunda-feira, setembro 12, 2011
sábado, setembro 10, 2011
O efeito dos telejornais na minha vida
sexta-feira, setembro 09, 2011
Dias infelizes: “remake”
Queria alhear-me do que vejo,
queria esconder o que sinto,
neste tempo de turbulência insana.
Queria evadir-me desta prisão
em que se tornou o meu dia-a-dia,
mesmo que a evasão
não possa ser senão esporádica e precária.
Sinto tarefa tremenda
esta de procurar alguma felicidade.
Sinto tarefa penosa
esta de viver, nos dias que correm.
Mais do que gregos,
dir-se-á que me vejo (nos vemos, muitos de nós) português(eses),
o que devia ser sinal de esperança
mas não o é!
Melhores dias virão!?
quinta-feira, setembro 08, 2011
terça-feira, setembro 06, 2011
domingo, setembro 04, 2011
Sonhos
e só te encontro a ti,
meu sonho,
meu pesadelo, tantas, demasiadas vezes.
Quando se alimentam sonhos,
dá-se espaço para o pesadelo.
Onde crescem flores,
crescem, também, cardos,
exuberantes, até floridos, espinhosos.
Os rios dos sonhadores
são coloridos de vermelho,
vermelho de sangue, insisto.
Procuro em meu redor
e acho saudades de ti,
anseio ardente de ter-te
preso que estou na teia
que me faz refém deste amor
muito procurado, temido, louco.
José Pedro Cadima
sábado, setembro 03, 2011
sexta-feira, setembro 02, 2011
quarta-feira, agosto 31, 2011
terça-feira, agosto 30, 2011
Crónicas do quotidiano: "não se pode enganar toda a gente o tempo todo"
segunda-feira, agosto 29, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
domingo, agosto 28, 2011
sábado, agosto 27, 2011
Problemas ´versus` desafios
sexta-feira, agosto 26, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
quinta-feira, agosto 25, 2011
Festim de rosas (II)
podes encontrar coisas espantosas,
loucas, inebriantes,
desde um amor estonteante
a um livro que se lê de um folgo, apaixonante
ou, até, uma dor profunda e obscura,
que te aperta tanto o coração que vais percebê-la como tortura.
José Pedro Cadima
quarta-feira, agosto 24, 2011
segunda-feira, agosto 22, 2011
domingo, agosto 21, 2011
Quero ser a única
Quero ser a única a tocar as estrelas
Porque não sou a única?
Sinto amor armadilhado
Com teias do passado
Teias muitas vezes presentes
Sei que o tempo as começou a apagar
Mas ainda não me deixam passar
Tocar a única estrela que vejo no céu
É o meu único desejo
Quando serei a única a tocar o céu?
C. P.
sábado, agosto 20, 2011
Há dias em que acordo triste, muito triste
quinta-feira, agosto 18, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
terça-feira, agosto 16, 2011
domingo, agosto 14, 2011
De quando em quando
De quando em quando, apetece-me partir.
De quando em quando, apetece-me voltar às origens,
aos campos de morangos, para sempre.
De quando em quando,
gosto de olhar os lírios do campo,
o mar que se estende para lá do horizonte.
De quando em quando,
sinto que és o meu horizonte,
o meu ponto de encontro,
mesmo quando, louco, te digo o contrário.
De quando em quando,
apetece-me voltar aos campos de morangos,
De quando em quando, morro de saudades tuas,
mesmo se não partiste,
meu campo de morangos, para sempre.
José Cadima
sábado, agosto 13, 2011
terça-feira, agosto 09, 2011
segunda-feira, agosto 08, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
domingo, agosto 07, 2011
sexta-feira, agosto 05, 2011
quarta-feira, agosto 03, 2011
Mar e Rio
se fez um dia de uma pedra
para embelezar a fronteira do mar.
que nos fazem companhia
e nos dão o ar para respirar.
espalhando alegria
e apagando o escuro do nosso mundo.
e nos dá poiso para meditar,
trazendo a paz necessária para o repouso.
uma força que tudo derruba,
movendo-se em todas as direcções
sem que ninguém te faça jus(tiça).
Sou o rio no seu percurso,
sincero nos meus meios,
sempre confiante no caminho.
Sei que algum dia
te vou encontrar.
Mensagens curtas, endereçadas
segunda-feira, agosto 01, 2011
domingo, julho 31, 2011
Ninguém compra o boneco foleiro (II)
nos meus imensos defeitos,
ninguém parece quer-me,
nem mesmo eu.
Cresceu em mim
uma imensa raiva de mim.
Tal como te pressinto,
nem sequer te imaginas a meu lado.
Sou simplesmente algo,
como um boneco foleiro,
que ninguém compra.
Em perfeito contraste,
eu sinto que te quero muito,
sinto que me fazes toda a falta do mundo,
mesmo desejando ter força bastante
para te ignorar da próxima vez que nos cruzemos,
rua abaixo, rua acima.
Cresceu em mim uma raiva imensa.
Sinto-me um boneco foleiro.
José Pedro Cadima
sábado, julho 30, 2011
O que gosto em ti
Tudo ou nada posso dizer
Tudo ou nada quero dizer
O que posso dizer que és?
Companheiro és
Dedicado és
Atrevido és
Honesto és
Maduro és
Empreendedor és
Que homem és!
Mas, como quase todos os homens,
tens dificuldade em expressares o que és
Tento ajudar-te
És bom aprendiz
Que homem és!...
sexta-feira, julho 29, 2011
quarta-feira, julho 27, 2011
" 102nd most networked person in Portugal on Social Networks"
terça-feira, julho 26, 2011
sábado, julho 23, 2011
Violeta, meu trevo de 5 folhas
minha flor singela:
como é bom contemplar-te;
quanto gosto de ter-te por perto,
de preferência, colada a mim.
Violeta, meu trevo da sorte,
a razão está toda do teu lado
quando me lembras a sorte que tenho.
À força de conviver com a pouca sorte,
acabei descrente da sorte
que me acabou reservada, violeta.
Fico-te reconhecido pelo encanto.
Mais te agradeço o modo inesperado
como te ofereceste a meus olhos,
que, de tão inesperada,
resulta-me ainda hoje difícil de crer.
Fazia-me falta uma flor como tu, ontem, hoje,
particularmente hoje,
Meu trevo de 5 folhas:
és tu me impeles para a vida;
és tu a vida que me resta
e a que, pese isso, me agarro com dificuldade,
sem que, a mais das vezes, entenda porquê.
À força de conviver com a pouca sorte,
acabei descrente,
acabei diminuído na dimensão do sonho
que, apesar de tudo, deveria comandar a vida.
Violeta, minha flor:
não desistas de dar cor à minha vida;
não deixes de ser a minha vida,
mesmo quando, descrente
da capacidade que preservo de te fazer sorrir,
te digo: “Até qualquer dia!”.
José Cadima
sexta-feira, julho 22, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
quinta-feira, julho 21, 2011
(Re)começar
terça-feira, julho 19, 2011
domingo, julho 17, 2011
sexta-feira, julho 15, 2011
Hoje não te escrevo
quinta-feira, julho 14, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
Sinais de desespero?
José Cadima
(mensagem colocada ontem, à noite, no Facebook)
segunda-feira, julho 11, 2011
sexta-feira, julho 08, 2011
Mensagens curtas, endereçadas
quinta-feira, julho 07, 2011
Sempre que me quiseres
Estarei lá
Para te dar força
Para te amar ainda mais
Sempre que me quiseres
abraçar-te-ei com muita força mais
Até te renderes ao meu abraço
Sempre que me quiseste nestes 3 anos
Estive lá
Dei-te força
Amei-te até não poder mais...
C.P.
quarta-feira, julho 06, 2011
Alegoria (esboço de crónica)
terça-feira, julho 05, 2011
domingo, julho 03, 2011
Um dia
plantei uma árvore.
Um dia
tive um(a) filho(a).
Sonhei vê-lo(a) crescer.
Um dia
escrevi um livro
e desejei fazer muitos mais.
Um dia
tive um sonho,
a que se seguiram outros.
Cheguei até a sentir
uma inebriante sensação de liberdade
que me permitiu esvoaçar, por instantes.
Um dia
tive um filho e depois outro.
Não me fizeram esquecer
o sentimento de perda do(a) primeiro(a).
Quis crescer com eles.
Quis brincar com eles
mas não fui capaz.
Plantei uma árvore
e outra, e ansiei plantar uma floresta
(sobretudo depois de ter vista queimada
a que o meu avô me deixou, por herança).
Um dia
escrevi um livro,
e questionei-me se teria forças
para escrever algum mais.
Um dia
desejei ser feliz!
José Cadima
sábado, julho 02, 2011
sexta-feira, julho 01, 2011
terça-feira, junho 28, 2011
domingo, junho 26, 2011
Quanto por escrever
sem que me saia palavra certa
que receio aqui deixar este poema
sem que alguma coisa tenha dito.
coisas sem sentido,
fontes de vaidade,
direcção para a qual oscilo.
sem juízo para escolha,
deixando poder aos outros
para aquilo que se chama futuro.
que a paz é também desejo.
Não me perco nessa luxúria,
todo eu sou electricidade.
por onde passo. Rebentam-se as lâmpadas.
Não vejo fim no horizonte,
só os estilhaços que caem.
não fosse bruta a conta a pagar
de criar uma ligação
tão desperta e instável.
Sereias encantadas
sexta-feira, junho 24, 2011
A colónia de cegonhas brancas
terça-feira, junho 21, 2011
domingo, junho 19, 2011
Sinto...
Sinto que me esgoto em angústia.
Sinto a felicidade mais longe.
Sinto que já nada importa.
Sinto que já não te quero.
Sinto que nada tenho.
Sinto que o amor
é um detalhe nas nossas vidas
repletas de incidentes e frustrações.
Sinto…
José Pedro Cadima
sexta-feira, junho 17, 2011
Incomoda-me a tua amargura
quinta-feira, junho 16, 2011
segunda-feira, junho 13, 2011
sexta-feira, junho 10, 2011
Notícias de Varsóvia
[http://www.youtube.com/watch?v=Rf4IqPe8JfU]
José Pedro Cadima
Violeta
quanta surpresa ver-te.
Ainda ontem nem sonhava existires.
Porventura, eras promessa
ou impossibilidade, até,
para os meus olhos cansados.
Quanta surpresa, meu trevo da sorte,
violeta.
Refeito de uma semana sem tempo para descanso,
repostos, em parte, sonos em falta,
terei recuperado a capacidade de te vislumbrar
na tua timidez, na tua formosura.
Violeta, minha flor singela:
fico-te reconhecido pelo encanto,
proporcional à singeleza,
e pela modo tão inesperado
quanto oportuno como te ofereceste aos meus olhos.
Fazia-me falta uma flor como tu, hoje,
particularmente hoje,
que estou a refazer caminho
interrompido por uma semana
que não é já para a energia que me resta.
Violeta! Meu trevo de 5 folhas:
só tu me impeles para a vida.
José Cadima
quarta-feira, junho 08, 2011
A esperança de um sorriso teu
domingo, junho 05, 2011
As mulheres muçulmanas ´versus` as outras
sexta-feira, junho 03, 2011
terça-feira, maio 31, 2011
domingo, maio 29, 2011
Resíduo (II)
um detalhe,
um quase nada
nas nossas vidas
plenas de incidentes.
O que nos junta é o vício
e a busca, ansiosa, de conforto.
O amor é
um sentimento maldito:
reclama de nós entrega;
esconde frustração e dor.
Perscrutando o horizonte,
não te enxergo.
Admito que andes por aí,
resíduo…
José Pedro Cadima
sexta-feira, maio 27, 2011
Intoxicação noticiosa
quarta-feira, maio 25, 2011
Lua-de-mel
Dizes que nunca a tiveste.
Por vezes, sinto que sim,
que deixaste de fazer tanta coisa.
Mantiveste-te inacessível a tantas aventuras.
Finalmente, tentas fazê-las.
Envolves-me em mel,
mesmo que a lua não tenha ainda aparecido.
Sinto-me doce.
Quero a Lua,
mas será que preservarei o mel?
C.P.
domingo, maio 22, 2011
Um breve regresso ao passado
quinta-feira, maio 19, 2011
terça-feira, maio 17, 2011
domingo, maio 15, 2011
Maré (III)
Ainda há pouco o mar se sugeria sereno.
Foi o vento,
foi um vento que lhe deu.
Eras a maré
contra a qual tinha que lutar.
Eras a corrente
que me arrastava para o mar alto.
Eras o meu tormento
e o meu prémio derradeiro.
Estranguladora e libertadora,
eras a morte da minha criatividade,
a minha paz eterna.
José Pedro Cadima
quarta-feira, maio 11, 2011
Dizer-te (II)
que sinto de ti
que parece que partistes há muito,
muito tempo.
Amor da minha vida,
mar salgado,
deixa-me dizer-te quanta falta me fazes.
Deixa-me dizer-to vezes sem fim.
Liberta-te desses mostrengos
que te atormentam,
e, libertando-te deles,
liberta-me também.
Mar salgado,
deixa-me dizer-te
quanto me és preciosa,
quanto falta me fazes,
para sempre.
Meu amor, liberta-te desses mostrengos,
liberta-te e liberta-me, para sempre!
K
terça-feira, maio 10, 2011
sábado, maio 07, 2011
A cor do mar (II)
que és tão belo,
que fizeste ao azul
para ele de ti fugir?
Mar verde,
que és imenso e ondulante,
que fizeste ao azul
com que me cruzei há instantes?
Mar verde,
que me enches de esperança,
vem enrolar-te nos meus pés,
vem trazer-me a frescura que me escapa,
vem com tuas conchas segredar-me ao ouvido
que, amanhã, ao raiar da aurora, voltarás a ser azul dourado.
José Pedro Cadima
sexta-feira, maio 06, 2011
É bonito o poema
quarta-feira, maio 04, 2011
domingo, maio 01, 2011
A 1 de Maio, apeteceu-me recordar "Gargalhadas amargas"
O mundo agita-se, roda
e o que eu mais quero é sossego
(e vislumbrar no horizonte sinais de esperança).
Se a agitação é própria do prazer que é a vida,
a tranquilidade não o é menos.
Sentir, sofrer, amar!
Eu sou só um,
e se a agitação me estimula
também me embriaga
e me tortura.
Na mesma medida em que anseio o frémito
desta Terra de oportunidades,
rejeito-lhe a inequidade,
a mesquinhez que grassa.
Daí que sejam amargas
as gargalhadas que por vezes liberto.
José Pedro Cadima